-Não pule.-disse ele, parado na cobertura do último andar do edifício.
-O que faz aqui?-disse ela, olhando para trás e quase perdendo o equilíbrio.
-Impedindo você de cometer..-parou. olhou ao seu redor e continuou-um erro.
-E porque se importa?
-Não sei.
-Então me deixe sozinha.
-Por que você perdeu sua fé?
-Só estou cansada de esperar por algo que nunca vem.
-Mas eu estou aqui agora.
-Você..-Ela não conseguiu terminar a frase. Ele a tinha convencido de alguma forma.
-Me dê sua mão, e vamos sair daqui.-disse ele.
-Se eu pulasse, o que iria fazer?
-Eu pularia também.
-Mas isso seria loucura.
-Você pularia porque perdeu as esperanças, eu pularia porque não conseguiria viver sem você.
(Silêncio)
-Me abraçe.-disse ela, apertando-o e deixando lágrimas percorrer em seu rosto.
-Vou leva-la para casa.
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